olá!
no último sábado rolou o 1º workshop da bibliohub, inteiro organizado por mim… e por organização podemos entender: idealizado, planejado, roteirizado, diagramado, produzido, divulgado, mediado e pós-produzido. foi trabalhoso, mas também foi lindo!

sou uma pessoa bem empolgada e quando tenho uma ideia penso em todas as coisas legais primeiro, antes de me perguntar “tá, e agora como eu coloco isso em prática”? isso significa que o momento do planejamento é constantemente ofuscado pelo entusiasmo do fazer, o que aliado a um pequeno (mentira, que o sarrafo aqui é alto) perfeccionismo me coloca em situações bem desgastantes.
nesses momentos, só penso em terminar o que eu comecei e não decepcionar ninguém. mas, o sentimento de satisfação em ver algo idealizado na minha mente é tão grande que eu esqueço rapidinho de todo o trabalho e sento na minha resignação pra reformular o que não saiu como o esperado e começar tudo de novo!
percebe o que acontece aqui? o que essa dinâmica provoca?
eu recomeço o trabalho sem celebrar a entrega anterior! eu volto para anotar tudo e não esquecer de nada, mas deixo de lado o mais importante que é comemorar a materialização de algo que custou muito suor, tempo e dedicação… se você está se identificando com esta situação, dê cá a mãozinha e vamos parar de fazer isso agora!
ouvi dia desses num podcast que a pessoa tinha um grupo de amigas que sempre celebravam as conquistas umas das outras, não importando o tamanho do feito e isso me impactou porque, normalmente, sou tão focada nos meus erros e em melhorar continuamente que não percebo o significado das realizações de quem está à minha volta.
a news de hoje saiu de uma forma bem particular, colocando minha experiência e sentimentos mais do que nas outras semanas porque achei importante colocar em palavras esse tipo de situação onde vemos a síndrome da impostora na prática e não nos damos conta.
se você já passou por isso, se sentiu assim também com o seu trabalho ou percebeu que nem se alegra mais com o crescimento dos seus amigos, saiba que não estamos sozinhos e talvez devêssemos olhar para essa questão com mais carinho a nós mesmos.
sábado passado, depois do workshop finalizado, agradeci muito a minha amiga edi fortini por ter participado (e agradeço novamente aqui, pois acho que ela vai ler rs). saí para comer e beber algo gostoso em um lugar diferente, passear e ter um dia especial.
eu tinha muito trabalho me esperando, mas não quero mais deixar de celebrar as minhas conquistas! de reverenciar a minha competência e entender que eu sou boa no que faço sem parecer arrogante, entendendo o meu lugar de pessoa que se esforça muito para chegar onde está e nem de longe quer parar porque finalmente entendeu que o barato é curtir o caminho.

agora, vamos combinar uma coisa: se eu me distrair e esquecer de comemorar os próximos também, vocês me lembram e saem pra beber comigo? rs
para quem não participou do evento e ficou curioso, ele foi gravado e está no canal da bibliohub no youtube. se inscreve por lá e também no insta da agência, porque ainda vamos produzir diversos conteúdos a partir da aula que a edi gentilmente nos deu de graça!
para terminar, um spoiler: em novembro teremos encontrinho presencial! quem vem? 😉
🧩 ref da semana
canal do youtube: bibliohub
seção: ao vivo
vídeo: workshop: criação de currículo para bibliotecários
palestrante: edi fortini
link:
tem muita coisa sendo pensada com cuidado e carinho desse lado da tela… vamos com calma, com qualidade (e saúde mental rs) no nosso ritmo, com o desejo de criar uma comunidade e desenvolver o pensamento empreendedor na pessoa bibliotecária.
até a próxima!

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